não derrubando nada na malagoli — a saga segue

Em mais um episódio de "lá vou eu pra um lugar onde corro o risco de derrubar ou tirar algo da tomada", em fevereiro fui fotografar os bastidores desse vídeo, lá na Malagoli.

A ideia era registrar o processo de um captador nascendo (que leva alguns dias), mas em cerca de uma hora. Então óbvio que em alguns momentos foi preciso apelar pra técnica de bolo da Ana Maria Braga; "essa etapa leva X horas mas a gente tem um pronto aqui".

Enquanto tudo ia sendo explicado e eu ia me reacomodando, consegui não derrubar nada, invadir minimamente o quadro e também entendi uns 30% do que foi discutido — uma vitória pra mim já que envolvia ciência, daquelas de verdade.

Abaixo, um pouco de tudo.

Eles inclinados um na direção do outro, eu colada na parede e prendendo a respiração...

o estúdio do krisiun e o dia em que eu não derrubei nada

Esse aí abaixo é o estúdio do Krisiun em São Paulo e eu tava lá com a função de fotografar enquanto um vídeo (que você pode ver aqui) era filmado. Algo bem simples em teoria.

Então saí de casa com metas que se resumiam a fazer imagens de bastidores e tentar:

  1. não tropeçar em nada;

  2. não tirar nada na tomada tropeçando;

  3. não derrubar nada;

  4. não espirrar no meio do vídeo;

  5. não derrubar nada me desequilibrando por causa de um espirro;

  6. não cair em cima da bateria ao tentar re-enquadrar;

  7. não cair em cima da bateria ao tentar não cair em cima da bateria etc


Com toda a concentração que isso exigia, fiquei muito feliz por conseguir lembrar de fazer algumas duplas exposições — esse pedacinho do meu cérebro costumava ser ativado só em shows — e fiquei bem satisfeita com o resultado : )

Eu tropeçaria em tudo ao trocar de lugar, então fiquei quietinha da cintura pra baixo. Sou dessas.